A Adani Ports comprará 100% da Evos da Igneo. O valor da firma é € 2,56 bilhões e o equity € 1,18 bilhão; o primeiro inclui dívida líquida e outras obrigações.
A Evos opera oito terminais em cinco países, com 6,3 milhões de m³, 452 tanques, 63 berços e 37 milhões de toneladas em 2025, ligados a hubs europeus.
Receita de 2025 foi € 392 milhões e EBITDA € 219 milhões, margem de 56%. Múltiplo de 11,7 vezes, ocupação de 99% e contratos não eliminam riscos.
A compra usa dívida, com até € 2,8 bilhões comprometidos pelo MUFG. Alavancagem pro forma de 2,76 vezes deveria cair a 2,5 em 2027, conforme lucro e caixa.
A rede chega a 28 portos em dez países e se diversifica para líquidos, químicos, combustível sustentável, biocombustíveis, metanol e bioetanol.
A transição exige investimento, certificação e conversão; demanda, regulação e carbono definirão a utilização de produtos tradicionais e novos.
O acordo não fechou: faltam aprovações, condições e consulta trabalhista. A queda de 1,3% na ação expressa preocupações, não um veredicto.
Aprovações, financiamento, ajustes, EBITDA, ocupação, renovação e dívida testarão a operação. O preço não prova integração ou desalavancagem.