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Brent caminha para maior queda semanal desde 2020, limitada por ataques em Hormuz

Brent estava perto de US$ 98,60 e caía cerca de 16% na semana, WTI 13%; desescalada e excesso pressionaram, mas ataques quase recordes mantiveram o risco logístico.

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Brent caminhava para -16% na semana, maior queda desde a pandemia e em dólares desde 1988; WTI -13%. Na sexta, Brent +0,3% a US$ 98,60 e WTI +0,5% a US$ 91.

A eleição alimentou esperança de desescalada com o Irã e mais exportações. Petróleo caiu 8% na quarta, mas inferência política não é cessar-fogo.

Prêmios do Oriente Médio voltaram ao pré-conflito e o balanço caminhou para excesso. A venda tecnológica também reduziu apetite por risco.

O excedente varia por qualidade e local. Viagens longas e transferências perto de Hormuz mantêm frete, seguro e limitações de refinaria.

Ataques a petroleiros quase recordes sustentaram preços, com três navios adicionais reportados, elevando atraso, desvio e seguro.

Desescalada reduz prêmio de guerra, trânsito inseguro preserva prêmio logístico. Brent a US$ 98 não significa normalização.

A rolagem após vencimento de dezembro altera alguns cálculos semanais. A conclusão é reversão excepcional e recuperação pequena.

Queda durável exige acordo, Hormuz seguro, frete normal, exportações e excesso utilizável. Ataques ou fracasso diplomático apertam o mercado.