O açúcar bruto tocou mínima mensal: -3% a 18,49 centavos após 18,39 às 14h13 GMT. O branco caiu 1,6% a US$ 501,30. Cotações intradiárias.
Real brasileiro fraco aumenta valor local de exportações e incentiva hedge das usinas, acelerando vendas futuras sem igual mudança física.
Índia reportou produção forte. Associated British Foods prevê outro ano de lucro menor após queda de 14% e perdas maiores no açúcar, com custos e mix próprios.
Cacau de Londres caiu 0,7% a £4.193 após £4.157; Nova York -0,5% a US$ 5.409 após US$ 5.343. Recuperação de Gana e demanda fraca pesaram.
Clima, doença, investimento, portos e política na África Ocidental, além de estoques e margens, definem o balanço. Recuperação não garante estoque rápido.
Arábica -1,6% a US$ 2,8750 e robusta -0,9% a US$ 3.213. Safra futura favorável contrasta com oferta certificada apertada.
Estoques de arábica eram 220.917 sacas, contra 225.610 e 431.481. Vietnã exportou 1,569 milhão de toneladas, +18,8%.
Moeda e hedge no açúcar, oferta e demanda no cacau, futuro otimista contra escassez no café: quedas iguais escondem causas distintas.