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Canadá apoia até C$ 2,5 bilhões para dobrar a capacidade do DHC-515

Governo e Export Development Canada financiarão contratação e expansão, com vagas adicionais a partir de 2030 e fechamento previsto no início de 2027; o teto não é subsídio, desembolso imediato nem produção já dobrada.

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A De Havilland Canada fechou acordo com governo e Export Development Canada por até C$ 2,5 bilhões para ampliar o DHC-515 anfíbio de combate a incêndios. É teto de financiamento via agência de crédito à exportação, não subsídio confirmado nem montante já integralmente liberado.

A empresa usará recursos para contratar e ampliar Victoria, Calgary, Toronto, Kitchener e Fort Erie, com trabalho a fornecedores de Newfoundland a British Columbia. O plano liga a aeronave à cadeia nacional, mas não divide fundos entre prédios, equipamentos, giro e fornecedores.

O objetivo é abrir vagas de entrega a partir de 2030 e depois dobrar a capacidade atual. Financiamento acelera ferramentas, contratação e componentes, mas não dobra aviões imediatamente. A transação deve fechar no primeiro trimestre de 2027, antes das vagas novas.

O DHC-515 é um avião anfíbio específico, com tanque de cerca de 6.137 litros. Atualiza a linhagem Canadair com aviônica e padrões modernos. Incêndios severos e renovação de frotas sustentam demanda. Há produção para europeus e contratos provinciais canadenses.

Pedidos dão base comercial, mas o apoio público deixa perguntas. Não se detalharam empréstimos, garantias, taxas, vencimentos, segurança, condições de saque ou risco estatal. “Até” indica que o acesso pode depender de marcos e gastos elegíveis.

Escalar exige mais que fábrica. Motores, estruturas, aviônica e sistemas precisam acelerar sem perder certificação e qualidade. Trabalhadores devem ser treinados. Um componente restrito atrasa entregas mesmo com montagem financiada.

A política combina resiliência, exportação e emprego. Mais aeronaves atenderiam Canadá, União Europeia e outros mercados, criando milhares de vagas. Mas isso é futuro até construir, contratar e preencher novos slots com pedidos firmes.

As provas serão documentos, condições, saques, obras, fornecedores, contratação, certificação e entrega. O acordo cria caminho de financiamento, não uma aeronave. Sucesso será transformar slots de 2030 em DHC-515 pontuais e sustentáveis sem risco público mal precificado.